Vê
só: estamos aqui, numa Central de Processamento de Dados,
eu, Alameda Lopes, e Tássio
Telles. Estávamos conversando ainda há pouco sobre
tudo o que ainda está faltando no nosso site, pois desde
que o lançamos, há mais de um ano atrás, dizemos a ti que
ele está em construção e isso nos permite prorrogar o
pagamento de nossas dívidas contigo, internauta. Quando
lembramos do fato de estarmos ainda sem um verdadeiro histórico,
decidimos não mudar o título desta página. É sim, sabes
por quê? Porque, afinal de contas, Breve Histórico é o
nome que mais se nos adequou. A história do Verso In Verso
é mesmo muito breve, embora muito gostosa de se contar e de
se ler. Queres ver? Em 2000, começamos a estudar juntos, no
I Período de Letras da Faculdade
de Formação de Professores de Nazaré da Mata – FFPNM,
uma unidade da Universidade
de Pernambuco – UPE, Cândido
de Deus, que na verdade se chama Ygor Roberto de Deus,
Alameda Lopes (eu, Dárcio de Carvalho Lopes, com muito
orgulho), Dayse Limeira Martins,
Fraulein Dias (não é pseudônimo,
por incrível que pareça), Evalda Andrade e Estela
da Silva (Patrícia Barreto da Silva). Ah! Já ia me
esquecendo o fato de que tínhamos uma professora muito
louca chamada Lúcia Firmo, a Lu,
que mais tarde se tornou a contista mor de nosso movimento.
Pois bem, é sempre muito engraçado estrear numa Faculdade,
ou pelo menos, foi engraçado estrear da maneira como
estreamos. Era divertido ver rostos novos, de idades e cores
diferentes, com ou sem beleza. Aos poucos, como é natural
de acontecer, foram se formando aquelas “panelinhas”, de
acordo, é lógico, com as afinidades de cada um e as suas
áreas de estudo. Um colega nosso, o Pablo, se juntou logo
com o pessoal que falava inglês fluentemente: a Marília, o
Ygor e outros. Os gramáticos se juntaram num canto da sala.
E nós, os literatas, logo, logo percebemos que tínhamos
muito em comum. Eu estava ensaiando uma poesia que deveria
recitar num evento na Faculdade (chamava-se TEMPOS
DE POESIA) quando Ygor e Fraulein pediram para vê-la.
Conversa vai, conversa vem, e mais pê-pê-pê, pá-pá-pá,
caixa de fósforos, blá-blá-blá, etc. e tal, decidimos
fundar um grupo de Literatura, mais especificamente, de
poesia: éramos todos poetas. Batizamos nosso grupo, sediado
na minha casa (eu era o único a morar em Nazaré; de fato,
eles, morava no Recife. Além do mais eu moro sozinho), de CÍLIO
– Círculo Literário Organizado. Alguns meses depois,
apresentei a eles um meu colega de trabalho, chamado Tácio
Teles, uma fera em computação, um ás do computador. Tácio
se propôs a fazer para nós um site e nos dar todo um
aparato tecnológico do qual só tínhamos ouvido falar, mas
nunca presenciado tão diretamente. Não deu outra, em pouco
tempo estava entrando no ar um site jovem, feito por e para
jovens (de todas as idades), em que nos mostrávamos ao
mundo com nossas poesias, históricos de vida, com a
participação de nossos amigos mais íntimos e também
ligados às Letras. Era o www.versoinverso.hpg.com.br,
este em que tu estás agora. Esse nome foi escolhido porque
o nome Círculo Literário Organizado era grande demais.
Depois, como o nosso site foi ficando conhecido na
Universidade, resolvemos adotar para nosso grupo o nome
Verso In Verso, e, há pouco tempo atrás, nosso webmaster
propôs integrar um nome ao outro, e hoje, somos mais que um
grupo de poesias, somos um Movimento Literário Jovem
Estudantil Círculo Literário Organizado Verso In Verso, além
do site, temos ainda uma pequena publicação, um
demonstrativo de nosso também pequeno talento, que serviu
para angariar fundos e estabilizar-nos financeiramente, pois
precisávamos disso para tirar do papel projetos mais
ousados. Agora, estamos não só tirando do papel como
colocando no forno. As mudanças são sempre naturais e,
quase sempre, muito bem-vindas. Muita coisa de lá mudou, Tácio,
agora Tássio, descobriu que tinha o dom de poetar, agora é
integrante do movimento. Alguns outros poetas já citados,
se afastaram um pouco da gente, é pena. Mas continuam
colaborando conosco. Em compensação, recebemos muitas adesões
de todas as partes da Zona da Mata pernambucana. Somos uma
massa fermentada dentro de um forno a 200 ºC. Estamos cada
vez maiores e queremos continuar crescendo. Temos não só
poesias, mas também contos de nossos amigos e integrantes.
Estamos nos tornando ecléticos (é aquela velha tentativa
de agradar a todos), com prosa e espaço para nossos
visitantes, e crônicas, e contato direto contigo, e muita
coisa legal. Tu poderás ver ao passar do tempo, pois
sabemos que tu vais ficar conosco, que somos apaixonados
antes de tudo. Manteremos sempre contato contigo, na página
principal, te contando todas as
novidades de nosso movimento. Pode esperar.