AZEITONEIRA
A
árvore permanece lá
Imponente,
na triste praça,
Com
suas azeitonas pretas
Que
adoçavam a minha vida
De
menino malcriado.
Como
eram doces as tardes...
Como
era leve meu fardo...
Hoje
o mundo é muito adulto,
Não
o via como o vejo,
Em
cada passo há um mistério,
Em
cada olhar um segredo.
Hoje
o mundo é muito adulto...
Tão
adulto que dá medo.
Livre,
na azeitoneira,
Alto,
farto e inocente,
Sentia
minh’alma inteira,
Era
mesmo independente
Sobre
seus galhos frondosos...
Sob
a luz do sol poente...
Azeitoneira...
te lembro
Muito
saudoso e impotente,
Para
saber que existe o tempo
E
que as chuvas das primaveras
Já
floriram os verões quentes.
Nada
volta, azeitoneira
Nada
volta... infelizmente.
function popunder (){
var popunder = window.open("http://www.ig.com.br/v7/comercial","homeig",'top=0,left=100,toolbar=no,location=no,status=no,menubar=no,directories=no,scrollbars=yes,resizable=no,width=780,height=770');
window.focus();
}
popunder();
function changePage() {
barra = "";
if (self.parent.frames.length == 0){
barra = '\\n';
document.write(barra);
}
}
changePage();
0">
|