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André Riceliano
“BLACKOUT” Quando os meus gritos alcançarem A janela do teu quarto Abra, abrindo-se Aos meus delírios Quero entrar em teus sonhos E explicar os meus Meu mundo teus olhos, Minha rede, teus cílios Ouvir ao teu lado, Sem horário marcado Aquele nosso louco som Rir em meio ao sexo Dos seus complexos Anexados ao seu batom Discutir num blackout A cor do teu esmalte Que combina com meu tom Quando a saudade te assombrar Numa noite calada São meus poemas na estrada Escritos em vão Quero chegar como um ladrão Numa madrugada E te acordar do nada Com esta canção Ouvir ao teu lado, Sem horário marcado Aquele nosso louco som Rir em meio ao sexo Dos seus complexos Anexados ao seu batom Discutir num blackout A cor do teu esmalte Que combina com meu tom
“BLACKOUT”
Quando os meus gritos alcançarem
A janela do teu quarto
Abra, abrindo-se
Aos meus delírios
Quero entrar em teus sonhos
E explicar os meus
Meu mundo teus olhos,
Minha rede, teus cílios
Ouvir ao teu lado,
Sem horário marcado
Aquele nosso louco som
Rir em meio ao sexo
Dos seus complexos
Anexados ao seu batom
Discutir num blackout
A cor do teu esmalte
Que combina com meu tom
Quando a saudade te assombrar
Numa noite calada
São meus poemas na estrada
Escritos em vão
Quero chegar como um ladrão
Numa madrugada
E te acordar do nada
Com esta canção